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Plenário da Alesc aprova criação de programa voltado ao atendimento de doença rara

Proposta aprovada pela Alesc institui política estadual para atendimento especializado de pacientes com epidermólise bolhosa, conhecida como doença da borboleta.

Programa amplia atendimento a pacientes com epidermólise bolhosa

O Plenário da Alesc aprovou na sessão desta terça-feira (2) o projeto de lei (PL) que institui um programa estadual voltado ao atendimento especializado de casos de epidermólise bolhosaDoença genética rara em que a pele forma bolhas e feridas com o mínimo contato ou atrito — até um abraço pode causar lesões. Chamada “doença da borboleta” pela fragilidade da pele, que se assemelha às asas do inseto. Não tem cura e afeta cerca de 800 pessoas no Brasil e 500 mil no mundo., conhecida como doença da borboleta (PL 31/2024).

A proposta, de autoria do deputado Napoleão Bernardes (PSD), passará pela votação da Redação Final e, em seguida, será encaminhada para análise do governador.

Conforme o texto aprovado pela Alesc, o Estado, por meio da rede pública de saúde, oferecerá consultas, exames e diagnósticos da doença, além de curativos, medicamentos, suplementos e atendimento especializado com equipe multidisciplinar, com a possibilidade de atendimento domiciliar em casos indispensáveis.

A proposta também permite a celebração de convênios com prefeituras, universidades, associações e instituições do terceiro setor visando aos atendimentos previstos na política estadual.

De acordo com o Ministério da Saúde, a epidermólise bolhosa é uma doença rara, caracterizada pela formação de bolhas na pele, mesmo em situações de mínimo atrito, em função de alterações nas proteínas responsáveis pela união das camadas da derme.